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Início Reflexões

O Roteiro da Vida: Como uma Caixa de Gibis Perdidos me Ensinou a “Rebootar” o Passado

Uma reflexão sobre perda, memória e a jornada para reconstruir a coleção de tesouros que definia nossa identidade.

24 de julho de 2025
Em Reflexões
Tempo de leitura:  4 minutos de leitura
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Caixa de papelão com revistas de banda desenhada vintage e livros infantis de desenhos de aviões a jato. Livros adicionais, um apontador de lápis e um lápis vermelho estão espalhados no chão de madeira.

Memórias em papel: uma coleção perdida e (re)descoberta.

PATROCINADOR

E aí, pessoal. Tudo em ordem? Hoje eu queria trocar uma ideia um pouco diferente com vocês. Puxa uma cadeira, pega seu café (ou sua bebida preferida) e vamos conversar.

Sabe quando a sua mente parece um HD antigo, cheio de arquivos corrompidos? Aquelas memórias, mágoas e momentos do passado que, do nada, começam a rodar em loop, tipo uma música arranhada. ? A gente tenta ignorar, mas o eco está sempre ali, batendo nas paredes do crânio e voltando mais alto. É uma armadilha, né? Ficar preso entre o que foi e o que poderia ter sido.

A real é que a vida está acontecendo AGORA. Neste exato segundo em que você lê essa frase. Todo o resto? É memória. É o lore da sua vida, a backstory do seu personagem. E entender isso é, talvez, um dos maiores superpoderes que a gente pode desenvolver. Não se trata de desprezar o passado, mas de não deixar que ele seja a âncora que te impede de navegar.

A Caixa de Tesouros que Virou Pó

Vou te contar uma parada bem pessoal. Eu tinha uma coleção que era, para mim, o mapa da minha alma nerd. Uma caixa de papelão, pesada, cheia de quinquilharias, revistas de videogame e gibis. Ali dentro tinha a primeira edição da revista Videogame (aquela icônica com o Mario Bros na capa), sabe? Tinha HQs que explodiram minha cabeça, como alguns números de “As Agentes Trigêmeas Contra Narcisos” (o que uma criança fazia com um gibi destes?), a edição encadernada de “Batman: O Cavaleiro das Trevas” e a HQ “Crepúsculo” original — não aquele filme de fadas que bebiam sangue, mas a fantástica história de Pasqual Ferry.

Além disso, havia alguns livros que eu fiz à mão quando era criança, que mostravam aviões a jato com vistas em corte e desenhos esquemáticos (eu era fera no desenho). Era um material extremo, visceral.

A vida adulta chegou com suas demandas e, em certo ponto, precisei sair de casa. A caixa, meu baú do tesouro, ficou para trás, com a promessa de que um dia eu a buscaria. Só que o tempo passa, as limpezas acontecem e a percepção das pessoas é diferente. O que para mim era um arquivo de valor inestimável, para outros… bom, eram só “lixos”. Revistas velhas, talvez meio rasgadas. Um dia, eu soube. A caixa não existia mais. Provavelmente foi descartada em alguma faxina. ?

A dor não foi de um golpe só. Foi um vazio que se instalou aos poucos. Aquele pedaço da minha história, da minha formação, tinha sido apagado porque alguém não viu o valor que eu via.

O Plot Twist da Reconstrução

Anos se passaram. Décadas, na verdade. Aquele sentimento de perda continuava lá, latente. Até que um dia, a vontade de “rebootar” essa história falou mais alto. A primeira missão: reencontrar o Cavaleiro das Trevas. E eu consegui. Comprei uma edição idêntica à que eu tinha. ?

Gente, vocês não têm ideia do prazer que foi folhear aquelas páginas de novo. Sentir o peso do encadernado, o cheiro do papel, ver a arte do Frank Miller saltando aos olhos. Cada quadro era uma memória que voltava ao seu lugar. Foi terapêutico.

A partir daí, a caçada continuou, mas de um jeito moderno. Comecei a garimpar a internet atrás das versões digitais de tudo que eu tinha perdido. Revistas antigas de games, HQs obscuras como Crepúsculo ou As Agentes Trigêmeas Contra Os Narcisos. A tecnologia, que parecia coisa de ficção científica na época daquelas revistas, me permitiu reconstruir meu acervo. Não era a mesma caixa de papelão, mas a “energia” estava toda ali. A coleção renasceu, não como matéria, mas como memória ativa.

O “Reboot” é Diário

Essa jornada de reconstrução me fez voltar a desenhar. Fez-me entender que, mesmo que a gente perca os “originais”, a essência da nossa história pode ser recuperada. A gente pode preencher as páginas que foram arrancadas.

A vida acontece no agora. As coisas que podemos resolver, nós resolvemos. As que não podemos, ou não queremos, deixamos para quando for possível. É como gerenciar o inventário num RPG, está ligado? Você mantém os itens essenciais e busca novas quests.

Então, eu te pergunto: e você? Qual é a sua “caixa de tesouros perdida”? Aquela paixão que ficou pelo caminho por causa de uma mudança, de uma perda, de um descuido? Talvez esteja na hora de começar a sua própria jornada de reconstrução. ?

Todo dia é um novo dia para recomeçar.

Referências:

  • Psychology Today: “The Power of Nostalgia” – Um olhar sobre como a nostalgia pode ser uma força estabilizadora e benéfica para a saúde mental.
  • The Collector: “The Psychology of Collecting” – Um artigo que explora por que os seres humanos colecionam objetos e o profundo significado pessoal que essas coleções carregam.

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Robert Gleydson

Robert Gleydson

Bem-vindo(a)! Sou Gleydson, e minha carreira se move na interseção entre a tecnologia, a arte e a comunicação. Como desenvolvedor de software e publicitário pós-graduado, meu foco é construir projetos que sejam não apenas funcionais, mas também criativos e esteticamente atraentes. ?

Sou um aficionado por fotografia, filmagem e por contar histórias, seja através de linhas de código ou de um texto bem escrito. Nas horas vagas, um bom filme, um livro interessante acompanhado de um ótimo café ☕ ou uma conversa inspiradora me recarregam.

Explore meu portfólio e vamos nos conectar para falar sobre tecnologia, criatividade e novas ideias. ?

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